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Como na primeira vez...

Impressionante como sentimos necessidade de estarmos sempre inovando, buscando meios e vivenciando aquilo que é novo. Para isso, não há como pular episódios nem pausar a cena, afinal, todo começo exigirá a primeira vez. Seja ela num grupo, num local, numa atividade, numa conversa, numa ação, na maternidade, no amor, numa função, no olhar, no toque... O fato é que,  de maneira conotativa, o frio na barriga, dificilmente, levará falta. E pensando nisso, nem sempre estaremos prontos para acharmos que aquela primeira vez ficará para sempre em nossa memória. Balela! Nem tudo que outrora vivenciamos como "primeira vez" foi capaz de marcar a nossa existência a ponto de permanecer.  Hoje, foi mais um daqueles dias que estive disposta a mergulhar na primeira vez, e olhe que no auge dos meus quase 30, já vivi e revivi muitos sentimentos de primeiras vezes, mas esse, Ah (...)- longa pausa- esse teve um sentido diferente, pareceu coisas e momentos refletidos no curta metragem mai...
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Na semana em que nosso município faz 56 anos, o nosso blog entrevistou a professora Maria Zélia Batista Guedes. A Geografa foi a primeira que escreveu sobre nosso município. Veja a espetacular entrevista abaixo:  Blog  Equador Entrevista Profa. Zélia Batista Guedes 1. Qual a sua maior inspiração para escrever “Aspectos Gerais do Município de Equador”? Fui motivada pelo amor que sinto pela minha terra, Equador, aliada à honra de ter testemunhado meus pais, José Batista de Oliveira e Honorina Guedes de Oliveira, se doando, trabalhando incansavelmente para nosso Equador. Ela na educação e Igreja católica e ele nos mais variados espaços do município, incluindo o trabalho com pessoas e animais. “Aspectos Gerais do Município de Equador” foi o meu primeiro trabalho sobre nossa cidade, logo que iniciei o primeiro curso: Bacharelado em Geografia. É um trabalho que tem, essencialmente, as informações dadas por meu pai, José Batista de Oliveira, entre outras fontes, p...

O bicho é nego! - por Thaíses Dutra

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O bicho é nego! Ainda moleca, dessas criadas na rabeira dos pais mas que não perdia uma tarde na casa dos avós para ter a chance de comer doce de lata, queijo coalho ou carne assada na brasa, Matildes fora acostumada ouvir rotineiramente que gato preto causa azar, preto é cor de quem está de luto e por falar em luto, acredita que dona Toinha, mulher de seu Jeová, perdeu o esposo a menos de dois meses e não seguiu sequer o ritual de viúva? Disse sua avó, enquanto tecia retalhos para montar um tapete de banheiro, afirmando ainda que os tempos são outros e que ninguém sabe mais o que é respeito nem devoção. Em tons de piadas, Matilde se divertia ao ouvir ser pronunciado pelo seu povo que se fez merda foi por causa da cor, afinal, o bicho era nego! Outro dia, aquela menina que nem era branca nem preta- por vezes encardida- ficava se perguntando porque era que a coleguinha de sala, por ser a mais branquinha era a sempre escolhida para representante de sala. A inocência ainda não permit...

A algaroba é uma planta nativa do Peru.

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A algarobeira ( nome científico : Prosopis juliflora (Sw) DC) é uma espécie vegetal arbórea da família  Fabaceae  (leguminosas), subfamília  Mimosóidea . É conhecida também pelos nomes pé-de-algaroba ou algarobo. Está árvore é nativa do  Peru . Espécie pouco exigente em água, sobrevive em zonas tropicais áridas, que não chegam a alcançar índices pluviométricos de 100 mm. É estimada pelos  moradores do nordeste brasileiro , sendo usada para alimentação dos animais. Devido a pequena exigência em água, comprovada capacidade de se desenvolver em solos de baixa fertilidade e de condições físicas imprestáveis a outras culturas, ganhou a alcunha no meio rural nordestino, de "planta mágica". Seus frutos em forma de  vagens  são comestíveis e palatáveis, com alto teor de  Sacarose . fonte:  Prosopis juliflora – Wikipédia, a enciclopédia livre

Para além da ponte- por Thaíses Dutra

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Para além da ponte Eis que após o regresso De uma ida demorada Pela ponte de Ozires Que cruza a margem da estrada Já se avista Equador Sol brilhante, sossegada. Já expunha minha bisa Quando a essa ponte chegar Não esqueça de agradecer e Após a igreja notar Feche os olhos em oração, Una a fé e a devoção Faça o espírito renovar: Já conspecto a casa santa Onde o criador fez morada No íntimo dela existe o cálice E a divina hóstia consagrada Surge, assim, minha cidade De gente feliz e agraciada É um sentimento indubitável A nossa morada voltar Encher quem ama de carinho Ser acolhida em seu lar Vede a ponte de Ozires Patrimônio sedimentar.

O AVELOZ VEIO DE ONDE? PARA QUE SERVE?

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O arbusto é uma planta invasora da caatinga e veio da  África  onde está presente no nordeste da  África   Central  e  Austral . Também pode ser nativo de outras partes do  continente , bem como de algumas ilhas vizinhas e da  Península Arábica . Foi introduzido em muitas regiões tropicais. Seu status na  Índia  é incerto. Cresce em áreas secas e é muitas vezes usado para alimentar o  gado  ou como cobertura. Diferenças na ramificação e variação nas cores (tons rubros e alaranjados) podem indicar subespécies, porém a planta carece de maiores estudos. NOVIDADES NO SEU USO: Indicações: na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de efeito irritante na pele e aos olhos, porém o seu suco dissolvido em água é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.

VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE EQUADOR-RN

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A vegetação de Equador faz parte do Bioma Caatinga , o único bioma exclusivamente brasileiro. Ela é muito bem adaptada ao clima quente e seco do semiárido, conseguindo sobreviver com pouca água e longos períodos sem chuva. Durante a estação seca, muitas plantas perdem suas folhas para economizar água. Com a chegada das primeiras chuvas, a paisagem muda rapidamente: árvores, arbustos e plantas voltam a ficar verdes, florescem e produzem frutos. Em Equador predominam dois tipos de vegetação: a Caatinga Hiperxerófila e a Caatinga Subdesértica do Seridó . Essas formações são compostas por plantas resistentes à seca, geralmente de pequeno porte, com espinhos, folhas pequenas ou caules que armazenam água. Entre as espécies mais comuns encontradas no município destacam-se: Jurema-preta ; Pereiro ; Faveleiro ; Facheiro ; Xique-xique ; Macambira ; Mandacaru ; Umbuzeiro , conhecido por produzir o delicioso umbu; Juazeiro , uma das poucas árvores que permanece verde durante quase t...